nando cordel,paz pela paz


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DE CAMINHO EM CAMINHO.

Segue fazendo o bem.
Provavelmente, não te faltarão espinhos e pedras.
Pedras, no entanto, servem nas construções e espinhos lembram rosas.
Não percas a oportunidade de auxiliar.
Se alguém te lança entraves à marcha, não te vincules à idéia do mal.
Reflete na Bondade de Deus e caminha.
Não acuses a ninguém.
Compadece-te e age amparando.
Quem te pareça no erro, unicamente haverá estragado em si mesmo o sonho de amor e
aperfeiçoamento com que nasceu.
Não gastes tempo, medindo obstáculos ou lastimando ocorrências infelizes.
Ouve as frases do bem que te induzem à frente e esquece tudo aquilo que se te representa por apelo à desistência ou desânimo.
Alguns dos minutos das horas de que disponhas, investidos no reconforto aos irmãos emparedados no sofrimento, ser-te-ão contados por créditos de alegria e de paz.
Sê a coragem dos que esmorecem e a consolação dos que perdem a esperança.
Onde encontres a presença da sombra, acende a luz da renovação.
Quando alguém te fale em tribulações do presente, destaca as possibilidades do futuro.
Aos irmãos que te exponham prejuízos de agora, aponta as vantagens que virão.
Estende a própria alma na dádiva que fizeres. De tudo quanto ouças e vejas, fales ou faças, prevalece tão somente o amor que puseres nas próprias manifestações.
Se percebes a vizinhança da tempestade, não te esqueças de que acima das nuvens reina o céu azul.
E se te reconheces, dentro da noite, conserva a segurança de tua fé, recordando sempre de que o amanhã trará um novo alvorecer.

Meimei - Psicografia de: Francisco Cândido Xavier




- Postado por: alexandra às 19h39
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ABENÇOA

Atravessas rudes provas...
Acalma-te e abençoa.
Alguma ofensa à vista?
Esquece e abençoa.
Amigos desertaram...
Segue à frente e abençoa.
Sofres dificuldades?
Age, serve e abençoa.
Alguém te menospreza...
Silencia e abençoa.
Deus te guarda e abençoa.
Por nada te revoltes...

Emmanuel - Médium: Francisco Cândido Xavier; Livro: Assim Vencerás, Editora: IDEAL


- Postado por: alexandra às 15h03
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AÇÃO DA AMIZADE.

A amizade é o sentimento que imanta as almas unas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao relevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

Joanna de Ângelis - Medium: Divaldo Pereira Franco; Livro: Momentos de Esperança


- Postado por: alexandra às 14h59
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AMARÁS SERVINDO

Ainda quando escutes alusões em torno da suposta decadência dos valores humanos, exaltando as forças das trevas, farás da própria alma lâmpada acesa para o caminho.
Mesmo quando a ambição e o orgulho te golpeiem de suspeitas e de rancores o espírito desprevenido, amarás servindo sempre.
Quando alguém te aponte os males do mundo, lembrar-te-ás dos que te suportaram as fraquezas da infância, dos que te auxiliaram a pronunciar a primeira oração, dos que te encorajaram os ideais de bondade no nascedouro, e daqueles outros que partiram da Terra, abençoando-te o nome, depois de repetidos exemplos de sacrifício para que pudesses livremente viver. Recordarás os benfeitores anônimos que te deram entendimento e esperança, prosseguindo fiel ao apostolado do amor e serviço que te legaram...
Para isso, não te deterás na superfície das palavras.
Colocar-te-ás na posição dos que sofrem, a fim de que faças por eles tudo aquilo que desejarias se te fizesse nas mesmas circunstâncias.
Ante as vítimas da penúria, imagina o que seria de ti nos refúgios de ninguém, sob a ventania da noite, carregando o corpo exausto e dolorido a que o pão mendigado não forneceu suficiente alimentação; renteando com os doentes desamparados, reflete quanto te doeria o abandono sob o guante da enfermidade, sem a presença sequer de um amigo para minorar-te o peso da angústia; à frente das crianças despejadas na rua, pensa nos filhos amados que aconchegas ao peito, e mentaliza o reconhecimento que experimentarias por alguém que os socorresse se estivessem desvalidos na via pública; e, perante os irmãos caídos em criminalidade, avalia o suplício oculto que te rasgarias entranhas da consciência, se ocupasses o lugar deles, e medita no agradecimento que passarias a consagrar aos que te perdoassem os erros, escorando-te o passo, das sombras para a luz.
Ainda mesmo quando te vejas absolutamente a sós, no trabalho de bem, sob a zombaria dos que se tresmalham temporariamente no nevoeiro da negação e do egoísmo, não esmorecerás. Crendo na misericórdia da Providência Divina e nas infinitas possibilidades de renovação do homem, seguirás Jesus, o Mestre e Senhor, que, entre a humildade e a abnegação, nos ensinou a todos que o amor e o serviço ao próximo são as únicas forças capazes de sublimar a inteligência para que o Reino de Deus se estabeleça em definitivo nos domínios do coração.

Emmanuel - Psicografia de: Francisco Cândido Xavier; Livro: Alma e Coração


- Postado por: alexandra às 12h24
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A VIDA: UMA VIAGEM DE TRÊM
(Autor desconhecido)

Nossa vida no plano físico é como uma viagem de trêm, cheia de embarques e desembarques, de pequenos incidentes durante o trajeto, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques que acontecem.
Quando nascemos embarcamos nesse trêm, encontrando dois passageiros que, acreditamos, ficarão conosco até o fim da viagem: nossos pais. Infelizmente, em alguma estação eles desembarcam, deixando-nos órfãos do seu carinho, proteção, amor e afeto.
Mas isso não impede que durante a viagem embarquem outras pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: embarcam nossos irmãos, nossos amigos e nossos amores.
Muitas pessoas tomam esse trêm a passeio, no entanto outras fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trêm há também pessoas que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.
Muitas descem nas diversas estações, deixando saudades eternas nos que prosseguem na viagem da vida. Outros, por sua vez, viajam de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
É curioso observar como alguns passageiros que nos são tão queridos, acomodam-se em vagões diferentes do nosso, obrigando-nos a fazer a viagem separados deles. Mas isso não impede que, mesmo com grande dificuldade, atravessemos o nosso vagão e cheguemos até eles. O difícil é aceitarmos o fato de não podermos sentar ao seu lado, pois outra pessoa está ocupando o lugar!
A viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
E como sabemos que esse trêm jamais volta, façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que eles têm de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto alguns poderão fraquejar, e provavelmente precisaremos entender isso. Nós mesmos acabaremos fraquejando algumas vezes, e certamente alguém nos entenderá.
Afinal, o grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos! E ficamos pensando no momento em que chegar a nossa hora de desembarcar: será que sentiremos saudades da nossa viagem? Teremos que deixar nossos filhos sozinhos no trêm? Será tudo tão triste! Separar-nos dos amigos que fizemos, afastar-nos do amor da nossa vida será muito dolorido!
Mas alimentemos a esperança de que, algum dia, num futuro remoto, estaremos na estação terminal, sentindo a emoção de vê-los chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram. E o que nos deixará mais felizes é saber que, de alguma forma, colaboramos para que aquela bagagem tivesse crescido e se tornado valiosa.
Agora, nesse momento, sentimos que, mais uma vez, o trêm está diminuindo a velocidade anunciando mais uma parada para embarque e desembarque de passageiros.
Quem entrará? Quem sairá? O ideal é que pensemos nos desembarques não como uma representação da morte, mas como o término de uma etapa, de uma história que duas ou mais pessoas construíram e que, por algum motivo, seja fútil ou sério, deixaram acabar.
Mas a viagem continua, eternamente, e ficamos felizes em perceber que muitas pessoas têm a coragem e a capacidade de reconstruir e recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta. É saber viver. É saber aproveitar o melhor do nosso relacionamento com todos os passageiros.
Agradeçamos a Deus por todos aqueles que compartilham da nossa viagem, mesmo que eles não possam sentar ao nosso lado, pois com certeza, o trêm é o mesmo.

Agradeço ao Amigo Sr. Horácio (MAP-ILHA DO GOVERNADOR), por ter me enviado essa linda mensagem!!!

- Postado por: alexandra às 00h07
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DESTINO.
Emergir grau a grau do abismo da vida para tornar-se Espírito, gênio superior, e isto por seus próprios méritos e esforços,conquistar o futuro hora a hora,ir-se libertando dia a dia um pouco mais da ganga das paixões,libertar-se das sugestões do egoísmo, da preguiça, do desânimo,resgatar-se pouco a pouco das suas fraquezas, da sua ignorância, ajudando os seus semelhantes a se resgatarem por sua vez, arrastando todo o meio humano para um estado superior, tal é o papel distribuído a cada alma.
Para desempenhá-lo, tem ela a sua disposição toda a série de existências inumeráveis na escala magnífica dos mundos.

LEON DENIS - Trabalho de João Gonçalves Filho - (DESTINO - 768)

- Postado por: alexandra às 20h52
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- Postado por: alexandra às 20h47
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AMOR
O Amor, sublime impulso de Deus, é a energia que move os mundos:
Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva.
Palpita em todas as criaturas.
Alimenta todas as ações.
O ódio é o Amor que se envenena.
A paixão é o Amor que se incendeia.
O egoísmo é o Amor que se concentra em si mesmo.
O ciúme é o Amor que se dilacera.
A revolta é o Amor que se transvia.
O orgulho é o Amor que enlouquece.
A discórdia é o Amor que divide.
A vaidade é o Amor que ilude.
A avareza é o Amor que se encarcera.
O vício é o Amor que se embrutece.
A crueldade é o Amor que tiraniza.
O fanatismo é o Amor que petrifica.
A fraternidade é o Amor que se expande.
A bondade é o Amor que se desenvolve.
O carinho é o Amor que se enflora.
A dedicação é o Amor que se estende.
O trabalho digno é o Amor que aprimora.
A experiência é o Amor que amadurece.
A renúncia é o Amor que se ilumina.
O sacrifício é o Amor que se santifica.
O Amor é o clima do Universo.
É a religião da vida, a base do estímulo e a força da Criação.
Ao seu influxo, as vidas se agrupam, sublimando-se para a imortalidade.
Nesse ou naquele recanto isolado, quando se lhe retire a influência, reina sempre o caos.
Com ele, tudo se aclara.
Longe dele, a sombra se coagula e prevalece.
Em suma, o bem é o Amor que se desdobra, em busca da Perfeição no Infinito, segundo os Propósitos Divinos; e o mal é, simplesmente, o Amor fora da Lei.
João de Brito - Texto extraído do livro "Falando à Terra" - pg. 105/106 - 3ª edição
Psicografado por Francisco Cândido Xavier


- Postado por: alexandra às 18h38
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O PREÇO DA LUZ.

Agradeço as preces que me deste, sem que eu soubesse compreendê-las.
Roguei-te a paz e me enviaste as tribulações que me tulmutuaram o recanto da ação, compelindo-me a lutar, por dentro de mim, para asserenar aqueles que me cercam e somente após reconhecê-los tranquilos é que reconheci a paz de todos eles, habitando-me no coração.
Supliquei-te defesa e determinaste que forças contrárias ao meu reconforto me atingissm o espírito e o ambiente em que me encontro, obrigando-me a grande esforço para criar refúgio e apoio para quantos me confiaste ao amor e, apenas depois de observá-los felizes é que reconheci comigo a alegria de todos eles em forma de segurança.
Obrigado, Senhor, porque não me doaste aquilo de que eu precisava, segundo as minhas requisições e sim de acordo com as minhas necessidades .
E agradeço, ainda, porque me mostraste, sem palavras, a significação do ensino que transmitiste ao teu apóstolo da humildade:
- "É dando que se recebe."

Meimei - Extraído do livro "Deus Aguarda" - Francisco C. Xavier - ed. GEM

- Postado por: alexandra às 22h03
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MODOS DE USAR.

As doações abençoadas da Misericórdia Divina constituem exatos medicamentos à nossas necessidades e pedem modo particular de uso.
A inteligência exige burilamento constante no aprendizado construtivo.
A saúde, sem atividade no bem, cede lugar à moléstia.
A posse financeira não proporciona verdadeira alegria, quando vive a distância do socorro fraterno.
A autoridade humana não constrói segurança para ninguém, quando adota regime de intemperança de si própria.
O prestígio social reduz-se a simples aparência, se brilha sem base no esforço honesto.
O conhecimento elevado, sem trabalho digno, é acelerador do remorso.
O ninho familiar, sem o clima de concórdia, é via de acesso par o desequilíbrio geral.
Assim, o amparo da Espiritualidade Maior traz em si mesmo a sugestão para o necessário aproveitamento.
Observe, pois, a disciplina requerida na administração dos medicamentos espirituais que o Céu lhe envia, sabendo que os horários, doses e formas de emprego reclamam exatidão e persistência, boa-vontade e confiança para sanarem efetivamente os males que nos espoliam a vida íntima, de modo a que nos renovemos para mais altos destinos.

Extraído do livro "Estude e Viva" - Emmanuel e André Luiz
Psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira


- Postado por: alexandra às 21h50
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